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Cerealista
MADEIRA
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Vestindo
a camisa da Mancha Verde, Osasco/Jaguaré/Palmeiras é tricampeão do Cruzeirão | ||||
Ricardo
Silva 23/04/08 | |||||
Esta foi a 49ª edição daquele que é considerado o maior torneio de salonismo do mundo, dado o número de inscritos. A Mancha Verde, que jogou inscrita como Mancha Verde/Guarany/Estrela da Sorte, já havia ganho as duas edições anteriores da competição feminina. Com o Osasco/Jaguaré/Palmeiras a torcida organizada obteve o terceiro título seguido. A final, entretanto, não foi nada fácil para as campeãs brasileiras. O Ipanema tinha nas atletas Carla e Dayane seus principais pontos de perigo. Logo a um minuto de jogo Carla abriu o placar para a equipe de Araçoiaba. Após passe de Jessiquinha, Sâmia, aos cinco, empatou. Cilene, de fora da área, virou para as alviverdes aos nove, fechando o primeiro tempo na frente. Vale lembrar que, no Cruzeirão Feminino, cada tempo de jogo, nesta competição tem 15 minutos. O segundo tempo teve fortes emoções perto do fim. Aos onze minutos Dany fez um golaço, naquele que parecia ser o gol do título manchista. No mesmo minuto Dayane descontou. Faltando 35 segundos para o fim Carla fez jogada pela esquerda e, contando com desvio da zaga, empatou a partida em 3 a 3, forçando a prorrogação. Na decisão da Taça Brasil o Jaguaré enfrentou prorrogação, e isso já não assustava mais as osasquenses. Seria apenas um tempo de cinco minutos, e logo aos dois Jessiquinha fez jogada da direita para o centro da quadra, bateu de esquerda, de fora da área, e fez o quarto gol manchista. A pequena e habilidosa ala mostrou ser predestinada ao fazer um gol na prorrogação, assim como na Taça Brasil. Faltando um minuto Gláucia fez o quinto gol, o que lhe deu a artilharia de sua equipe na competição, com seis gols ao total. Mas o Ipanema mostrou ser um valente adversário, e caiu de pé ao reduzir a diferença faltando 17 segundos, mais com vez com a excelente Carla. ao apito final festa das osasquenses e dos machistas, que lotavam o Ginásio e torciam com entusiasmo para a equipe feminina. Além do título o Jaguaré/Mancha Verde recebeu o Troféu Campineiro, em homenagem ao idealizador do Cruzeirão, que leva em seu apelido o mesmo nome do troféu. Tal prêmio, de posse transitória, ficou em definitivo para a Mancha Verde de Sorocaba, pois conqusitou a competição três vezes seguidas. A osasquense Lala ganhou o troféu de goleira menos vazada. O Troféu Fair Play, dado à equipe mais disciplinada, também foi para as meninas de verde. A artilheira geral da competição, ficou com Denise, de Taquarivaí, com oito gols anotados. Durante a festa do título o presidente da Mancha Verde Sorocaba, Marcão, recebeu a notícia do presidente do Jaguaré Esporte Clube, José Matias, que o troféu de campeão do 49º Cruzeirão ficará na sala de troféus da Sociedade Esportiva Palmeiras. A notícia foi anunciada a todos os manchistas, cuja festa foi completa com o título também conquistado no Masculino. Em parceria com o São José, a Mancha venceu o Jura Bandeirante por 8 a 1 e fez a dobradinha no Torneio. Esta foi a segunda conquista das osasquenses no ano de 2008. Desse modo o Jaguaré já inicia bem o ano, buscando superar a marca de onze títulos obtidos no ano anterior. * Vejam a campanha da Mancha Verde/Jaguaré no Cruzeirão 2008: 06/03
- Mancha Verde/Jaguaré 3x0 Salto 4 jogos
- 4 vitórias | |||||
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